Favela: Música de Lau Pinheiro, cujo tema veio a calhar de acordo com os acontecimentos recentes de escolha da cidade do Rio de Janeiro como sede olímpica do ano de 2016; e a posterior onda de violência (nenhuma novidade, tanto aui quanto em qualquer metrópole do mundo), que culminou na queda de um helicóptero da polícia, abatido pelo armamento pesado no poderio de traficantes...
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Rio 2016 - Favela (translated)
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Lau Pinheiro
"A vida às vezes muda os amantes.
E o que não pode ser antes,
Nunca mais será depois...
Quem sabe?"
Release:
Lau Pinheiro, cantor e compositor.
Começou a compor aos 14 anos influenciado pela MPB, principalmente por Chico Buarque, Caetano Veloso, Milton Nascimento e Djavan. Com um trabalho eclético e bem brasileiro, que vai do samba ao baião, passando por baladas e swings, já soma cerca de trezentas composições de sua autoria e em parceria com outros compositores. Tem um estilo marcado pela suavidade melodica de suas canções, e pela batida arrojada de seu violão.
Participou do Projeto Gonzaguinha (1995), dedicando uma canção de sua autoria a ele, e cantando músicas dele.
Concorreu em diversos festivais de música, tendo sido premiado em quatro.
Tocou em casas noturnas do Rio de Janeiro por mais de vinte anos.
Gravou dois Cds independentes, não lançados no mercado.
Atualmente está reativando sua banda e pretende, em breve, começar a fazer shows autorais para divulgação de seu trabalho.
E o que não pode ser antes,
Nunca mais será depois...
Quem sabe?"
Release:
Lau Pinheiro, cantor e compositor.
Começou a compor aos 14 anos influenciado pela MPB, principalmente por Chico Buarque, Caetano Veloso, Milton Nascimento e Djavan. Com um trabalho eclético e bem brasileiro, que vai do samba ao baião, passando por baladas e swings, já soma cerca de trezentas composições de sua autoria e em parceria com outros compositores. Tem um estilo marcado pela suavidade melodica de suas canções, e pela batida arrojada de seu violão.
Participou do Projeto Gonzaguinha (1995), dedicando uma canção de sua autoria a ele, e cantando músicas dele.
Concorreu em diversos festivais de música, tendo sido premiado em quatro.
Tocou em casas noturnas do Rio de Janeiro por mais de vinte anos.
Gravou dois Cds independentes, não lançados no mercado.
Atualmente está reativando sua banda e pretende, em breve, começar a fazer shows autorais para divulgação de seu trabalho.
Assinar:
Comentários (Atom)